Itens filtrados por data: Fevereiro 2021



O presidente da ACIP/CDL, Cochise Saltarelli Martins, estará presente em reunião virtual com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e os secretários de Saúde, Fábio Baccheretti, e de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, além de representantes das demais entidades do setor produtivo do Estado.


Este encontro com os presidentes das CDLs mineiras e das Associações Comerciais do Estado reflete a necessidade de unir esforços para estabelecer um diálogo sólido e construtivo, ecoando a voz de nossos associados e todo o empresariado mineiro, que clama por socorro em meio à pandemia. É preciso reforçar a necessidade de equilíbrio nas medidas restritivas, principalmente após o anúncio da prorrogação da Onda Roxa no estado, até o dia 4 de abril.


Reforçamos nosso papel como representantes da classe empresarial, em âmbito municipal. Saibam que a nossa entidade não medirá esforços para continuar ao lado dos empresários, buscando todas as alternativas possíveis para a retomada segura das atividades.


Estamos juntos pelo seu negócio hoje, amanhã e sempre!

 

 

 

 

 

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Sexta, 26 Março 2021 11:40

Workshop gratuito sobre Varejo Online!



Estar no ambiente digital é uma das formas de proporcionar visibilidade aos negócios, atrair mais clientes e aumentar o faturamento da loja. E neste último ano se transformou em uma excelente alternativa para potencializar as vendas com as portas fechadas.


O crescimento das vendas no e-commerce é uma oportunidade para todas as empresas, inclusive para pequenos negócios que têm vendas em loja física e atende clientes na sua cidade e região.


Buscando ajudar nossos associados, a ACIP/CDL em parceria com a EMC Sistemas, realizará entre os dias 29 de março a 1º de abril, um Workshop online com 4 aulas práticas para auxiliar esse processo de criação da sua loja web do zero. 


Se você deseja participar, acesse o link e faça já a sua inscrição: https://bit.ly/3tWVMf9


Atenção! As vagas são limitadas.

 

 

 

 

 

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Prezados(as) colegas do Associativismo Mineiro,


Estamos atravessando um momento crítico diante do cenário de gravidade e caos na saúde pública do nosso estado. A situação tem levado à falência milhares de empresas com o consequente encerramento de inúmeros postos de trabalho. O quadro tende a se agravar ainda mais com a recente adoção da "Onda Roxa" do programa Minas Consciente imposta a todos os municípios mineiros.


O sistema FEDERAMINAS está de luto pela vida das pessoas e empresas. Empresas essas das quais dependem milhões de trabalhadores para prover seu sustento e o de suas famílias.


A situação na qual estamos inseridos exige um diálogo profundo, consciente e objetivo para encontrarmos, juntos, uma alternativa que consiga equilibrar a saúde das pessoas e a saúde econômica. Entendemos que é importante viabilizar, principalmente, a manutenção dos pequenos empreendimentos, que são maioria em nosso país e são responsáveis pela grande massa de pessoas economicamente ativas.


Desde o início da pandemia, graças ao nosso constante diálogo com o Governo de nosso Estado, conseguimos avançar em algumas proposições. Como exemplo citamos a flexibilização do funcionamento de todas as atividades na "Onda Vermelha" (ocorrida ainda no início deste ano), a apresentação de requerimento para parcelamentos dos débitos de ICMS perante o CONFAZ (com a obtenção de posicionamento positivo daquele Conselho).


Nesse mesmo sentido, a FEDERAMINAS pretende a revisão de certos critérios da "Onda Roxa", além de entender que são necessários esclarecimentos sobre a edição da Deliberação 136 do Comitê Extraordinário COVID-19.


Estamos distantes de atingir um ambiente que possibilite a manutenção e sobrevivência dos pequenos negócios. Uma crise com um grau maior de intensidade nos acomete e, a partir de análises do contexto, percebemos que intervenções na área da saúde - desde a promoção da conscientização da população na profilaxia de contágio até a manutenção dos hospitais de campanha e aquisição de vacinas - são necessárias.


É o momento de ações para garantir o fortalecimento e a conscientização das pessoas. A FEDERAMINAS entende que, simplesmente penalizar setores da economia impondo medidas impeditivas ao exercício de suas atividades sem que lhes seja prestado qualquer auxílio ou socorro de ordem econômica, não trará os resultados necessários para a contenção da pandemia.


A FEDERAMINAS não tem medido esforços em busca de soluções que minimizem esses impactos. Seja ao fomentar e participar de discussões internas, ouvindo e colhendo impressões de sua diretoria, associações e empresários, seja atuando de forma direta e propositiva em conjunto com as autoridades governamentais.


Permanecemos abertos e disponíveis ao encaminhamento das colaborações e sugestões que busquem contribuir para a definição de caminhos e ações efetivas.


Desde logo, adotamos como posição e premissas alguns valores, demandas e ações que consideramos fundamentais para a superação deste momento tão desafiador.


Envidaremos, ainda, nossos esforços em apoio e com a participação das Associações Comerciais para que, em ações conjuntas e perante às Autoridades Municipais, se chegue a um correto e efetivo entendimento daquelas atividades que permanecem autorizadas, mesmo sob a vigência da "Onda Roxa" e em conformidade com as prescrições expressas pela Deliberação 130 (com alterações posteriores), possibilitando, assim, o funcionamento do comércio para vendas por aplicativos e internet, desde que para entrega na modalidade delivery ou retirada em balcão.


Nossa batalha não deixa de voltar sua atenção aos Municípios que têm adotado medidas ainda mais restritivas do que as que foram determinadas pela "Onda Roxa".


O momento é de união, resiliência, força, fé e esperança de que essa tempestade passará. Não sabemos ainda quanto tempo ela vai durar, mas é imperativo que permaneçamos sempre unidos pelos laços do associativismo nos apoiando uns aos outros.


Recebam o nosso abraço solidário!


Valmir Rodrigues da Silva
Presidente da Federaminas


Veja o posicionamento completo:
https://www.federaminas.com.br/noticias/posicionamento-da-federaminas-onda-roxa


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Segunda, 22 Março 2021 09:52

Cachaça Tiara

Cachaça Tiara

Fazenda Jurumirim, sem nº, Barra Longa/MG - CEP: 35447-000

Site: https://www.cachacatiara.com/

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Instagram: https://www.instagram.com/cachacatiara/

Telefone: (31) 98368-0802

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A ACIP/CDL protocolou nesta sexta-feira (19/03) mais um ofício na Prefeitura de Ponte Nova. O foco principal da entidade é o nivelamento das restrições de Ponte Nova com a onda roxa do Minas Consciente, no qual o Governador Romeu Zema decretou para todos os municípios mineiros. Ponte Nova, atualmente, tem restrições ainda mais rígidas do que consta na onda roxa do Minas Consciente e inclusive mais restrições que cidades vizinhas.


A ideia, com este nivelamento, é minimizar os impactos sofridos pela classe empresarial de Ponte Nova. Estamos à beira de uma grande crise econômica, com o fechamento de empresas e centenas de demissões. Com consciência e responsabilidade, precisamos reduzir este risco.


Dois pontos foram destacados no ofício:


1 – O setor de bares, restaurantes e lanchonetes precisam funcionar também no sistema “retirada no balcão”. Vejam o caso dos cidadãos de outros municípios que vêm a Ponte Nova para motivos diversos. Eles não conseguem se alimentar porque o serviço é apenas delivery. Eles não têm endereço para receber o alimento. Além disso, a entrega pode ficar até mais cara do que o próprio lanche. A retirada no balcão é uma medida permitida na onda roxa do Minas Consciente.


2 – A medida de permitir apenas dois colaboradores dentro dos estabelecimentos comerciais não essenciais não atende a classe empresarial. Temos lojas que têm um grande espaço físico, inclusive com mais de um andar. Precisamos seguir também o Minas Consciente, para que esta medida seja avaliada de acordo com a metragem do estabelecimento.

 

 

 

 

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A ACIP/CDL fez um levantamento para comparar as medidas que estão sendo adotadas em Ponte Nova e as que fazem parte do atual cenário do programa Minas Consciente. Isso significa que as medidas adotadas em nossa cidade são ainda mais restritivas do que a Deliberação do Estado e também do que os Decretos da grande maioria dos municípios vizinhos. Além de enfraquecer nossa economia, não consideramos justo com o nosso comércio, visto que grande parte dos leitos COVID dos nossos hospitais estão sendo ocupados por pessoas vindas dos municípios vizinhos, que estão com menos restrições nas atividades comerciais.


Veja o quadro acima.


A ACIP/CDL continua compreendendo a gravidade da situação e respeitando as medidas adotadas pelas autoridades, mas pede apenas um nivelamento das restrições, já que estamos todos na Onda Roxa.

 

 

 

 

 

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A ACIP/CDL foi convidada a participar, na tarde desta quinta-feira (11/03), de uma reunião do Comitê Covid-19, na Secretaria Municipal de Saúde. O empresário Gilmar Pinto de Oliveira, ex-presidente e atual diretor da ACIP, representou o presidente Cochise Saltarelli Martins, que estava em viagem de trabalho. Os colaboradores Giovani Silva e Laís Santos também participaram do encontro.


Os pontos mencionados foram:


- Autorização do delivery para todas as empresas: será permitido, com o máximo de dois funcionários dentro de cada empresa, no horário comercial. Mas a decisão só será confirmada no próximo Decreto Municipal, previsto para ser publicado nesta sexta-feira ou sábado.


- Ampliação do delivery de alimentos para até 23h: a Prefeitura realizou consulta ao Governo do Estado para analisar a possibilidade dentro do Plano Minas Consciente. Prazo de resposta é até o fim desta sexta-feira (12/03).


- Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE): ficou definido que o CNAE permitido para cada estabelecimento será apenas o principal, e não os secundários.


- Obediência do Decreto: se alguma empresa burlar as regras do Decreto e funcionar de alguma maneira, todas as demais empresas serão prejudicadas, com o fechamento total das atividades, inclusive o delivery.


A ACIP/CDL agradece a Prefeitura pelo convite e espera que possamos participar dos próximos encontros, para que possamos repassar as nossos associados e à classe empresarial em geral, sempre pensando na previsibilidade e no planejamento.


Destacamos também que algumas respostas dos últimos questionamentos ainda não foram apresentadas, como a possibilidade de isenção de impostos para empresários (IPTU e ISS) e quais são as medidas estruturantes que estão sendo adotadas pelo Poder Público, como a abertura de novos leitos. Continuaremos aguardando estas respostas e lutando pelas reivindicações que ainda estão sem solução.


Apesar de tudo isso, a ACIP/CDL reforça novamente que TODOS OS CIDADÃOS devem fazer sua parte nesta pandemia. Os números de casos confirmados e a ocupação de leitos nos hospitais são preocupantes. Nunca abrimos mão da saúde e da vida, mas não queremos que o comércio seja a vítima pelo alto índice de casos. Todos os serviços são essenciais, para o sustento de milhares de famílias em Ponte Nova e região. Precisamos avaliar minuciosamente todas as medidas a serem tomadas, para que as consequências não sejam demissões e encerramento de atividades comerciais. A ACIP/CDL está, como sempre esteve, disposta a colaborar.

 

 

 

 

 

 

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Quarta, 10 Março 2021 11:37

COMUNICADO AOS COMERCIANTES



Primeiramente gostaria de me dirigir aos Associados da ACIP/CDL e a todos os comerciantes de Ponte Nova, para dizer que nós não participamos em nada da descrição e elaboração desse último decreto. O documento nos pegou totalmente de surpresa, assim como a todos os comerciantes de Ponte Nova, principalmente porque essa determinação foi tomada apenas três dias depois do decreto que restringia apenas bares, restaurantes e clubes.


Desde a semana anterior ao decreto de terça-feira, dia 06/03, a ACIP/CDL vinha tentando insistentemente uma reunião de atualização e alinhamento com a Prefeitura, para saber do quadro geral da saúde, quadro esse que só a Prefeitura e o Governo do Estado têm condição de desenhar pelas informações completas que têm e pelos técnicos que possuem para analisá-las. Nosso objetivo era poder conseguir uma previsibilidade das ações futuras que poderiam vir a ser tomadas, assim como essa que decretou a onda roxa na nossa microrregião de Ponte Nova. Isso seria importante para prevenirmos os comerciantes da cidade para evitarem investimentos desnecessários e perigosos nesse momento, como reposição de estoques e até mesmo para que pudessem planejar férias, banco de horas, organizar home office, entre outras ações, no intuito de diminuir o impacto das atuais medidas na saúde financeira da sua empresa, diferentemente dessa súbita pancada que o comerciante tomou nessa última semana.


A ACIP/CDL foi deixada de fora de todo o processo de análise e evolução desses últimos decretos, diferente do que aconteceu nos decretos anteriores, não permitindo que pudéssemos contribuir em nada para tentar melhor calibra-lo e, o que é pior, não podendo ajudar o comerciante a se preparar para mais esse momento difícil dessa história trágica.


Vale lembrar que os empresários de Ponte Nova já doaram mais de meio milhão de reais para ações de combate à pandemia e que a ACIP/CDL foi responsável pela articulação de grande parte desses recursos, além de inúmeras ações de prevenção e conscientização da população desde o início do combate ao coronavírus.


É muito importante dizer que NÃO estamos aqui nesse momento pleiteando a reabertura total do comércio, pois respeitamos em primeiro lugar a vida humana e os profissionais da saúde, esses guerreiros, já tão desgastados pelo árduo trabalho que vêm realizando, os quais agradecemos profundamente e esperamos que sejam melhor valorizados e recompensados.


O que queremos é um realinhamento da parceria com a Prefeitura, que nos é muito valorosa, no sentido de voltarmos a fazer parte dos Comitês Municipal e do CIS-AMAPI, para que possamos contribuir e ter previsibilidade e assim melhor orientar nossos comerciantes e diminuir suas perdas, buscando preservar os empregos de nossa cidade.


Além disso, em relação ao último decreto, estamos preiteando algumas mudanças para que ele não seja como está hoje, mais restritivo que a própria “Onda Roxa” do Minas Consciente. Afinal, se a Prefeitura entende que deve seguir o Minas Consciente por eles serem mais capacitados para conduzir a questão, então que confie no mesmo e se abstenha de tomar decisões ainda mais restritivas.


Assim sendo, nossas reivindicações para o momento é a mudança no decreto nos seguintes pontos:


- Autorização para todas as empresas trabalharem com o serviço de delivery;
- Autorização para funcionamento das atividades internas das empresas não essenciais;
- Autorização para bares e restaurantes atenderem o delivery até às 20h;
- Autorização para retirada no balcão para lanchonetes, bares e restaurantes.


Além das mudanças no decreto, pedimos a contrapartida da Prefeitura com a isenção de IPTU e ISS por um período, para as empresas duramente afetadas pelas medidas restritivas de funcionamento desde o início da pandemia. A ACIP/CDL já havia feito esse pedido em janeiro deste ano.


E as ações de impacto? Queremos saber quais são as medidas estruturantes, aqueles que vão melhorar verdadeiramente nossa condição de combate a essa nova onda. Existem essas medidas? A Prefeitura e o Governo do Estado estão propondo o que para enfrentarmos essa nova onda da pandemia que não sejam fechamento do comércio?


- Fiscalização efetiva do que realmente dissemina?
- Hospitais de campanha aqui ou na capital?
- Mais vacinas?
- Mais leitos?
- Mais profissionais da saúde?


Reconhecemos a dificuldade em contratá-los devido aos riscos da profissão, mas neste estado de exceção, valorizem os profissionais e fazendo uma oferta melhor de salário que eles irão aparecer.


Por fim, gostaria de reiterar que continuamos tentando e buscando a todo momento a retomada da parceria com a Prefeitura, que foi tão eficiente até momentos atrás, para que possamos trazer cada vez mais soluções, clareza e previsibilidade. Que possamos ter melhores condições de combate a esse problema momentâneo, o qual certamente JUNTOS iremos superá-lo.


Cochise Saltarelli Martins
Presidente da ACIP/CDL Ponte Nova

 

 

 

 

 

 

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A ACIP/CDL formalizou mais alguns pedidos junto à Prefeitura de Ponte Nova nesta terça-feira (09/03). As solicitações são para amenizar os impactos ocasionados com a publicação do Decreto Municipal 11.908/2021, sobre as regras de enfrentamento e combate ao novo coronavírus.


O objetivo principal é igualar as condições de funcionamento das empresas de Ponte Nova com as dos municípios vizinhos – justamente de onde vem a maioria das pessoas que ocupam atualmente os leitos de UTI dos nossos hospitais.


As quatro solicitações são:


1 – Autorização para todas as empresas trabalharem com o serviço de delivery;


2 – Autorização para funcionamento das atividades internas das empresas não essenciais;


3 – Autorização para bares e restaurantes atenderem o delivery até 20h;


4 – Autorização para retirada no balcão para lanchonetes, bares e restaurantes.


Pedido de contrapartida da Prefeitura


A ACIP/CDL ainda pede contrapartida da Prefeitura para as empresas afetadas pelas medidas restritivas de funcionamento desde o início da pandemia. Vale ressaltar que a ACIP/CDL já formalizou, em ofícios anteriores, o pedido de isenção do IPTU e do ISS, assim como a alteração na Lei de Responsabilidade Fiscal, pela Lei Federal 173/2020.


Pedido de informações


Por fim, a ACIP/CDL quer saber quais medidas estruturantes a Prefeitura de Ponte Nova e o Governo de Minas estão propondo para enfrentarmos essa nova onda da pandemia, questionando assuntos como hospitais de campanha, mais vacinas, mais leitos e mais profissionais de saúde. Sobre essa última classe de profissionais, a entidade destaca que a valorização e uma melhor remuneração dos mesmos seria uma boa solução para encontrar pessoas dispostas a serem contratadas e ajudar no combate ao vírus.


CLIQUE AQUI para ler o ofício.

 

 

 

 

 

 

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A ACIP/CDL protocolou, na manhã desta segunda-feira (08/03), um ofício na Prefeitura de Ponte Nova. A intenção é agendar, de forma emergencial, uma reunião com o prefeito, para debater os impactos e esclarecer dúvidas acerca do Decreto Municipal 22.908/2021, divulgado no último sábado (06/03).


A entidade precisa deste encontro para debater alguns pontos, entre eles:


- Autorização para todas as empresas trabalharem com delivery, conforme autorizado pelo Minas Consciente. Porque os estabelecimentos proibidos de funcionar em Ponte Nova não podem nem mesmo usar o delivery, sendo que outros municípios da região pertencentes ao CIS-AMAPI também estão permitindo? Não seria uma mesma regra para todos os municípios da microrregião? Isso enfraquece as nossas empresas, pois outras da região continuam vendendo por delivery. Além disso, nossas empresas perdem vendas para quem continua vendendo na internet, já que os Correios estão funcionando normalmente. Isso seria o “enfraquecimento da economia local”, na contramão de todo o esforço que a ACIP/CDL vem fazendo desde o início da pandemia para a valorização do comércio local.


- Funcionamento das atividades internas das empresas não essenciais, conforme autorizado pela “onda roxa” do Minas Consciente.


- Autorização para bares e restaurantes atenderem o delivery até às 20h, conforme autorizado pela “onda roxa” do Minas Consciente.


- Autorização para retirada no balcão, que além de ser autorizado pela “onda roxa” do Minas Consciente, onde as pessoas que vem de outras cidades para ir a médicos e hospitais irão comer, se no momento em que estão aqui não têm um endereço para entrega por delivery?


- Além de restringir o funcionamento do comércio, o que está sendo feito em termos de aumento da estrutura de tratamento e investimentos estruturantes pela Prefeitura e pelo Estado para evitar o colapso do sistema de saúde, além do que já foi feito considerando que se mostrou insuficiente para o momento?


- Por que a ACIP/CDL não tem mais sido convidada para participar das reuniões para definição de novas medidas, sendo que estamos muito empenhados em ajudar, desde o início da pandemia e o que nos daria maior condição de previsibilidade para orientar o planejamento do comércio para passar por crises agudas como essa?

 

 

 

 

 

 

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